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Notícias Novidades

Postado em 23 de Março às 15h09

Participação MESSTECHNIK em feiras de negócios na região oeste de Santa Catarina

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Messtechnik | Instalação e manutenção de estações de medição anemométrica | Sensor e potencial eólico Em março de 2018 a MESSTECHNIK – Comércio e Instrumentações LTDA participará de duas feiras em...

Em março de 2018 a MESSTECHNIK – Comércio e Instrumentações LTDA participará de duas feiras em Chapecó, SC, expondo seus produtos, e soluções, na área de energias renováveis. A capital do oeste catarinense e também sede da empresa ocupa hoje o sexto lugar na economia do estado e é a principal cidade de uma região econômica com cerca de 200 municípios.

A feira EletroMetalMecânica acontecerá nos dias 06,07,08,09 de março no pavilhão 4 do Parque de Exposições Tancredo Neves. Sendo uma feira e congresso de tecnologia para a indústria eletromecânica. O foco da feira é expor a maior disponibilidade de tecnologias e inovações ao setor frigorífico da região, além da produção de máquinas equipamentos e peças inox, automação industrial TI, automação ambiental, serviços industriais, engenharia de produção e medição de controle de processos. A feira sucede a duas mostras anteriores, Metalplast-Feira metal Mecânica e Plásticos que teve quatro edições, e a feira metalmecânico+Corte e Conformação que contou com duas edições. Como eventos paralelos, haverá o Congresso Técnico do Setor Eletrometalmecânico e rodada de negócios. A estimativa dos organizadores é de que participem 130 expositores.

Já a EXPEN é a primeira feira do Sul do Brasil a unir multissoluções em serviços, gestão e tecnologia. Irá acontecer em sua quarta edição nos dias 14,15,16 de março no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês, sendo o tema de 2018 “Transformação Digital para o seu negócio” e tem como objetivo trazer para a cultura e economia local, diferenciais competitivos para empresários garantirem um lugar no futuro digital. Serão mais de 70 empresas expositores, um publico de 15 mil visitantes com previsão em 15 milhões em negócios. A feira pretender contribuir com o avanço da cultura e inovação na região, por meio de palestras e workshops gratuitos.

Evento: Eletro Metal Mecânica
Data: 06 a 09 de março
Local: Parque de Exposições Tancredo Neves, Chapecó (SC)
Site: www.eletrometalmecanica.com.br

Evento: Expen
Data: 14 a 16 de março
Local: Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês, Chapecó (SC)
Site: www.expen.com.br


Postado em 23 de Março às 15h08

Maior destaque na energia eólica no cenário brasileiro

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Messtechnik | Instalação e manutenção de estações de medição anemométrica | Sensor e potencial eólico Após um período de dois anos sem contratação de novas usinas, as empresas tinham grande interesse em participar dos...

Após um período de dois anos sem contratação de novas usinas, as empresas tinham grande interesse em participar dos dois leilões realizados pelo Ministério de Minas e Energia (MME). Os Leilões de Energia Nova “A-4” e A-6” realizados, respectivamente, no dia 18 de dezembro e 20 de dezembro foram marcados pela forte concorrência. E isso trouxe resultados positivos.

No leilão “A-4”, o custo médio da energia eólica foi de R$ 108,00/MWh. Significativamente mais baixo que comparado as outras matrizes energéticas, por exemplo: os preços médios de venda por produto foram R$ 181,63/MWh (hidrelétrica), R$ 234,92/MWh (biomassa) e R$ 145,68/MWh (solar).

De acordo com Elbia Gannoum, presidente-executiva da Abeeolica, ainda é cedo para falar em um novo patamar de preços.

“Foi o primeiro leilão em dois anos. Precisaremos de mais tempo para entender melhor esse deságio, que reflete diversos fatores, como queda de juros, menor custo de capital, negociação com fabricantes. Cada empreendedor tem sua estratégia. O mais importante é a retomada dos investimentos.”

Tudo isso se reflete nos resultados. O leilão realizado na quarta-feira movimentou um total de R$ 13,94 bilhões em investimentos que se converteram em novas usinas, totalizando 2,93 GW que estarão disponíveis a partir de 2023. A energia eólica representou por 26% da potência a ser instalada e por 49 dos 63 empreendimentos contratados.

Mesmo com a maior possibilidade de aquecimento do mercado, devido os preços baixos, esse é momento de maior fiscalização, como diz o diretor da ANEEL — Reive Barros dos Santos:

“O desafio agora é assegurar que as empresas entreguem no prazo estabelecido e na qualidade desejada. Esses preços mais competitivos vão ensejar a necessidade de um acompanhamento mais de perto para evitar uma situação, como a que se vê hoje, de empreendimentos revogados porque não conseguiram entregar.”

Um dos motivos que explica os preços competitivos gerados nos leilões foi a maior quantidade de empresas com bala na agulha. “Houve uma criatividade maior das empresas. Não se basearam só em financiamento de longo prazo do BNDES”, disse Luiz Barroso, presidente da EPE (estatal responsável pelo planejamento do setor de energia no país).

Fontes:
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/12/1944853-energia-eolica-e-solar-atingem-patamar-mais-baixo-de-precos-no-brasil.shtml
http://epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-268/Informe%20Leil%C3%B5es%202017%20-%20Portugues.pdf
https://www.canalenergia.com.br/noticias/53045554/dominado-por-solar-leilao-a-4-termina-com-contratacao-de-2287-mw-medios


Postado em 06 de Abril de 2016 às 10h17

Mais sol e vento na energia brasileira

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Messtechnik | Instalação e manutenção de estações de medição anemométrica | Sensor e potencial eólico Leilão de renováveis traz 1,4 GW para a matriz energética. A passos lentos, o Brasil ruma à expansão da...

Leilão de renováveis traz 1,4 GW para a matriz energética. A passos lentos, o Brasil ruma à expansão da energia limpa.

Aconteceu nesta sexta-feira (13/11) mais um leilão de energia e dessa vez, focado nas fontes renováveis solar e eólica. A contratação total foi de 1,4 GW. Disso, 929,34 MW são de projetos fotovoltaicos, contratados a um preço médio de R$297,75.

Somado ao que foi vendido no último leilão exclusivo para a fonte, em agosto, ultrapassou-se a marca dos 1,7 GW – metade da contratação de energia renovável de 2015.

Esses projetos serão essenciais para suprir a futura demanda de eletricidade, principalmente durante o verão, quando ela é maior. Mesmo que a passos lentos, parece que o Brasil está no caminho certo para a expansão da energia solar e para o desenvolvimento de uma indústria nacional da fonte.

Para continuar nessa direção, contudo, é preciso que o Governo conceda mais incentivos, tanto para a forma centralizada, quanto na forma descentralizada das fontes fotovoltaicas. Afinal, o maior potencial para desenvolver a energia solar está bem em nossos telhados, mas segue despercebido pelo Governo Federal.

Fonte: greenpeace.org